A árbitra internacional Catarina Campos falou sobre a sua trajetória no futebol português, destacando a chegada à Primeira e Segunda Liga, onde se tornou a primeira mulher a apitar jogos nestes campeonatos profissionais.
Em declarações recentes, Catarina refletiu sobre a importância do feito, mas deixou claro que o objetivo vai além de um marco histórico:
«Fui a primeira e espero que não tenha sido apenas para ficar na história.»
O que significa esta afirmação
Catarina quis transmitir que, apesar do reconhecimento pelo pioneirismo, a sua missão é consolidar e abrir caminho para outras árbitras. Ela pretende que a presença feminina nos campeonatos nacionais deixe de ser exceção e passe a ser uma prática natural.
Perspetiva sobre o futuro
- A árbitra espera que mais mulheres se envolvam na arbitragem profissional.
- Destaca a necessidade de preparação técnica, disciplina e coragem para enfrentar a pressão do futebol masculino.
- Sublinha que a inclusão deve ser baseada na competência e mérito, e não apenas no simbolismo de ser “a primeira”.
Mensagem final
Catarina Campos reforça que a sua carreira não é apenas sobre estatísticas ou recordes, mas sobre transformar o panorama da arbitragem em Portugal, tornando-o mais inclusivo e profissional para todos.