- Robertson afirmou que está “relaxed” em relação ao seu futuro no clube, reconhecendo que está nos últimos seis meses do seu contrato.
- Sobre a sua continuidade: “If it is my last year, then it’s my last year. If it’s not, then so be it.”
- Ele também comentou que teve “um verão um pouco stressante em termos de decisões” e que agora pretende aproveitar os próximos meses focado no futebol.
- Ele reconhece que o clube está a olhar para “sangue novo” na posição de lateral-esquerdo e que existe competição natural num clube de topo.
Contexto e implicações
- Robertson tem sido uma figura importante no Liverpool desde que chegou em 2017. Agora, com 31 anos (em 2025) e contrato a terminar, está claro que se aproxima de um momento decisivo na carreira dele.
- O clube reforçou-se na sua posição: a chegada de Milos Kerkez — jovem lateral-esquerdo — coloca uma sombra sobre a continuidade automática de Robertson como titular.
- Robertson afirma que se ainda tiver condições para jogar ao mais alto nível, considera que “é onde pertence” e espera poder continuar.
O que pode acontecer daqui para frente
Aqui ficam algumas possibilidades realistas:
- Extensão de contrato: Se Robertson mantiver bom nível, e se o clube o valorizar como alternativa experiente ou guia para os mais jovens, poderá haver-lhe uma renovação (mesmo que por período mais curto ou com função alterada).
- Transição para papel de rotação ou mentor: Mesmo que deixe de ser titular indiscutível, pode permanecer no plantel como jogador de rotação, experiente, ajudando no balneário ou em jogos pontuais.
- Saída ou mudança de clube: Se o clube decidir apostar definitivamente no jovem Kerkez ou outro lateral, ou se Robertson quiser garantir mais minutos e mudar de ares, uma saída pode ocorrer — embora ele tenha deixado claro que o seu “coração” continua no Liverpool.
- Fim de carreira ou mudança de função futebolística: Ao aproximar-se dos 32-33 anos, poderá também ponderar reduzir gradualmente a exigência ou considerar mudança para outro campeonato/país ou mesmo para funções fora de jogo.
A minha avaliação
Na minha opinião:
- Ainda acredito que Robertson tem qualidade suficiente para contribuir mais uns anos no Liverpool — especialmente pela experiência e liderança.
- No entanto, a realidade da alta competitividade no futebol moderno (e a juventude de Kerkez) colocam-lhe um grande desafio para manter o estatuto de titular indefinido.
- A frase “If it is my last year …” mostra que o Robertson já aceitou que existe essa possibilidade — isto é saudável e realista.
- Para o clube, manter Robertson faz sentido como linha de continuidade e exemplo para os mais jovens, mesmo que não seja titular absoluto.
- Para Robertson, o ideal seria ter um papel claro: se for para ficar, saber que está incluído no plano; se for para sair, poder fazê-lo com dignidade e aceitação.